sábado, 21 de fevereiro de 2015
Evangelho da Graça - Discurso e Prática
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Breve Histórico da Igreja de Deus no Mato Grosso do Sul
A oficialização da Igreja de Deus no Mato Grosso do Sul aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2002 nas dependências do templo sito à rua Saladino Nunes, 545, Bairro Oliveira I na cidade de Campo Grande - MS. Sua origem deu-se pela união de um grupo de irmãos oriundos da Igreja do Evangelho Quadrangular sob a liderança do Pr. Marco Antônio B. Mardine.
Naquela nova configuração, a Igreja de Deus no Mato Grosso do Sul passava a ser a parte integrante da Região Centro Oeste.
Bispo José Quirino
Supervisor da Região Centro Oeste (2005)
Bispo Salomão Ribeiro
Supervisor da Região Centro Oeste na década de 80
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| Bispo Dário de Souza Campos Iº Secretário Tesoureiro Nacional (2002-2013) |
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| Pr. Marco Antônio B. Mardine Pastor da IDB em Campo Grande - MS (2002-2010) |
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| Bispo Expedito Ferreira de Melo Superintendente Nacional (2002-2006) |
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| Bispo Geceni Biano Vaz Supervisor Regional do Triângulo Mineiro (2002) Bispo Reinaldo de Moraes Supervisor da Região do Triângulo Mineiro (2003) |
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Um Elogio a Sinceridade
Relendo o livro Purê de Batatas do Pr. Abe Huber, me deparei com uma singela palavra que faz toda a diferença no nosso contexto de vida em sociedade, família, igreja e grupos de amizades. Conta-se que este vocábulo é de origem romana, cujo significado em latim é: "Sini Cera", ou seja, "Sem Cera". A palavra em questão da à ideia de algo puro, sem mistura. De acordo com o Blog Sine Cera, diz à história que na antiga Roma, oleiros desonestos "maquiavam" os vasos que rachavam passando cera, encobrindo assim as rachaduras, o fazendo parecer um vaso em perfeito estado. Assim, um vaso sine cera era o vaso autêntico, sem maquiagem. Tentarei expor minhas idéias "sem ceras", expor o que eu realmente creio, sem maquia-las para agradar alguém. Certezas e incertezas que surgem do que vivi, observei, senti. Tentarei ser então Sine Cera, mesmo tendo muita cera em mim... A partir da reflexão sobre SINCERIDADE, me veio alguns insights sobre a questão em nossos cotidianos, em especial, nas redes sociais, pois podemos perceber quantos ATORES temos a nossa volta! Temos os que se manifestam com palavras de motivação quando eles próprios não acreditam em si mesmos, também temos os que esbanjam felicidades quando na realidade estão interiormente tristes e insatisfeitos com a vida, além daqueles que postam suas fotos com aspecto de bem estar quando na realidade estão depressivos e amargurados com familiares, amigos e igreja. Necessitamos tirar as máscaras! É possível contar com a ajuda de um Deus bondoso e misericordioso que está sempre pronto para aliviar as cargas dos francos e honestos de coração! Basta sermos sinceros em relação ao que estamos vivendo e sentindo! As escrituras nos garantem que o Senhor da graça aos humildes. Entretanto, não podemos nos esquecer de que nossa SINCERIDADE deve operar tanto na vertical com Deus, como na horizontal para com os que estão a nossa volta. Sendo assim, urge também a necessidade de sermos transparentes em nossas ações e relacionamentos de modo geral. Pensemos nisso!!!
Por Marco Mardine
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
"Para que serve a teologia?"
Marco Mardine - Bacharel em Teologia (Fathel/Unifil), Bacharel em Filosofia (Faculdade Sinal), Licenciado em Filosofia (ICSH) e Pós Graduado em Ciências da Religião (Faculdade Sinal).
sábado, 23 de novembro de 2013
A importância do preparo teológico na proclamação do evangelho de Cristo
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
“O CAPITALISMO E A ÉTICA EVANGELICAL”
Segundo o economista e sociólogo alemão Max Weber em seu enunciado histórico intitulado: A Ética protestante e o “Espírito” do Capitalismo (Die protestantische Ethik und der ‘Geist’ des Kapitalismus) é defendido pelo autor o estabelecimento de um raciocínio lógico capitalista, que o mesmo denomina “racionalismo”. O autor parte desse pressuposto, após a leitura realizada através da comparação da Alemanha do período com outros países civilizados do planeta em condição de desenvolvimento semelhante, ou seja, com a existência do capitalismo e empresas capitalistas, sendo identificado no capitalismo, uma estrutura social, política e ideológica ímpar, que pode se ditar como a condição ideal para o surgimento do capitalismo moderno, que no seu interior, defende a paixão pelo lucro como demonstração de prosperidade, fé e salvação. Para Weber, após a reforma de Lutero, surge uma forma de vida de caráter metódico, disciplinado e racional. Da base moral do protestantismo surge não só a valorização religiosa do trabalho e da riqueza, mas também uma forma de vida que submete toda a existência do indivíduo a uma lógica férrea e coerente: uma personalidade sistemática e ordenada. Segundo o artigo sobre “Reforma Protestante” de Pedro Camargo, Parece contraditório, mas a questão econômica foi à razão da reforma protestante, sendo que os seus precursores usando de seus poderes, religiosos, e políticos, propuseram inconscientemente uma alteração na estrutura jurídica, para justificar o novo sistema econômico que nascia o Capitalismo.
Segundo Camargo, este sistema que se utilizou todos meios para se manter até os dias atuais, parece que se transforma com a sociedade, e a mantém refém da economia de mercado, onde o ter é a palavra de ordem, já o ser é fruto de mentes desocupadas e fora da realidade do mundo capitalista. Partindo deste pressuposto, é válido estabelecer um pensamento crítico à axiologia do movimento evangelical contemporâneo, ou seja, sobre os valores que sociabilizam ao processo do Kerigma na Eclésia. De forma simplória, quero problematizar a questão em nosso contexto evangélical, fazendo a seguinte pergunta: Qual tem sido o verdadeiro valor para o evangelicalismo brasileiro?
Será que é o amar a Deus e ao próximo conforme Jesus nos ensinou de forma imperativa? Ou será que é o apego ao materialismo numa espécie de hedonismo desenfreado?
Tenho observado em nossos dias atuais, o quanto a sociedade vem passando pelo processo de mudanças rápidas. Concomitantemente, noto que a igreja não tem conseguido acompanhar essas mudanças sem perder seus princípios e valores de fé pautados na ortodoxia bíblica. Deveríamos a exemplo dos primeiros cristãos, mantermo-nos firmes e fiéis à doutrina dos apóstolos. Entretanto, o que temos são novas doutrinas, novos movimentos, novas igrejas e uma nova ordem para todas as coisas. As pessoas são vistas como cifras numéricas e valorizadas segundo o que elas possuem. O homem não tem tido seu valor pelo que é. Muitos de nossos líderes cristãos, tem se preocupado com a evangelização numa perspectiva de crescimento quantitativo para o aumento na arrecadação orçamentária de sua comunidade eclesial. Entendo que não há como desassociar a igreja institucional da realidade capitalista, pois essa é uma estrada sem volta. Ainda que a igreja quanto instituição declare não ter fins lucrativos, a mesma precisa do capital para sobreviver. Tudo acaba girando em torno do lucro. Entretanto, não podemos fazer disso uma justificativa para comercializarmos vidas que buscam na igreja refrigério para sua alma, ensinando-lhes que quem der mais será abençoado, pois isso solapa a boa fé das pessoas trazendo-lhes desconforto espiritual e emocional. Podemos sim de forma bíblica, ensiná-las que a generosidade e liberalidade, são manifestações de nossa gratidão a Deus porquanto tudo que tem feito. Não investimos na obra de Deus para sermos ricos, e sim por que já somos ricos pela graça do Eterno! (Grifo do autor).
Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro. (Fp.1:21)
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Uma análise eclesiológica à partir da Transcendentalidade e Mundanidade
sábado, 19 de março de 2011
O IBGE E O FRACASSO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

Acredito profundamente que se quisermos que nossas familias experimente prosperidade torna-se ncessário que invistamos em pelo menos dois aspectos:
Soli Deo Gloria,












